“Não tenho nada a ver com o que é dos outros, seja roupa, gostos, opiniões, não me escalo para histórias que não são minhas, não me envolvo com o que não me envolve, não tomo emprestado nem me empresto, se é caso sério eu me dôo, se é bobagem eu me abstenho, tenho vida própria e suficiente pra lidar, sobra pouco de mim para intromissões no que me é mais ainda estranho do que eu mesma...
Nada tenho a ver com não gostar de mim.
Me sinto impura, me gosto com pecados, e há muito me perdoei...
Meu mundo se resume a palavras que me perfuram, a canções que me comovem, a paixões que já nem me lembro, a perguntas sem respostas, às respostas que não me servem, à constante perseguição do que ainda não sei.
Meu mundo se resume ao encontro do que é terra e fogo dentro de mim, onde não me enxergo, mas me sinto..."
(Marta Medeiros)
“Não tenho nada a ver com o que é dos outros, seja roupa, gostos, opiniões, não me escalo para histórias que não são minhas, não me envolvo com o que não me envolve, não tomo emprestado nem me empresto, se é caso sério eu me dôo, se é bobagem eu me abstenho, tenho vida própria e suficiente pra lidar, sobra pouco de mim para intromissões no que me é mais ainda estranho do que eu mesma...
Nada tenho a ver com não gostar de mim.
Me sinto impura, me gosto com pecados, e há muito me perdoei...
Meu mundo se resume a palavras que me perfuram, a canções que me comovem, a paixões que já nem me lembro, a perguntas sem respostas, às respostas que não me servem, à constante perseguição do que ainda não sei.
Meu mundo se resume ao encontro do que é terra e fogo dentro de mim, onde não me enxergo, mas me sinto..."
(Marta Medeiros)